quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Capítulo 19 (Último capítulo)

Não consegui medir o tamanho da dor e da decepção que eu sentia. Oh Meu Deus, como ela pode fazer isso comigo? Eu havia me entregado de alma a essa relação, e agora descubro que tudo não passou de uma mentira. Meu coração doía. Senti-me culpado também, por ter feito Ashley sofrer tanto. Pois se ela sentiu um terço da dor que eu estou sentindo sofreu mais do que até ontem eu achei que era possível.
Passei o final de semana todo recolhido com as minhas amarguras. Acho que já nem tenho mais lagrimas para chorar. Em alguns momentos fui até a varanda e fiquei observando o apartamento dela, vazio. Tantas lembranças, mesmo em pouco tempo já havíamos criado uma história juntos. Uma historia de amor, que foi atravessada e invadida pela magoa e o rancor.
Decidi esperar o tempo passar. E ele parecia passar a passos de tartaruga.
Vanessa estava fazendo falta, não só para mim, mas para o jornal também. E como fazia falta. Nesse um mês sem ela já havia entrevistado vários candidatos e candidatas ao cargo que era dela, mas ninguém parecia me agradar.
Era sexta-feira e Scott, nosso chefe havia marcado uma reunião comigo para depois do expediente, ou seja, tardíssimo.
- Olá Scott - falei cumprimentando-o enquanto ele entrava na minha sala.
Scott já deveria ter os seus quase 35 anos. Era um rapaz muito distinto e querido por todos na redação. E havia se casado com Ashley, mais jovem que ele.
- Boa noite Zac. – ela já se acomodava em uma cadeira.
- O que me traz aqui à uma hora dessas?
- Bom, eu já sei de tudo Zac.
Gelei.
- Tudo oque?
- De você com a minha esposa e da trama maluca em que ela envolveu você e Vanessa.
- Eu quero deixar bem claro que eu e Ashley tivemos um relacionamento sim, mas que foi antes, bem antes, de vocês se casarem... – ele me interrompeu.
- Eu sei perfeitamente disso Zac, e eu não vim aqui te cobrar nada.
- Não?
- Não, eu estou aqui para conversarmos, apenas. Eu sempre gostei muito de você e foi por isso que eu te trouxe de Arroy Grande para trabalhar comigo. Certo?
- Sim, e eu lhe agradeço muito por isso. O senhor me deu grandes oportunidades... – ele me interrompeu novamente.
- Deixe-me concluir, por favor. – ele foi categórico – a Vanessa errou? É claro que sim, ela errou em se deixar levar pelas leviandades da minha mulher. Mas ela é uma moça adorável, e faz muita falta para o jornal e pelo que me parece para você também. Ela chegou aqui da maneira errada. Mas ela é a pessoa certa para ocupar o cargo. Será que ela também não é a pessoa certa para ocupar o seu coração?
- Ela já ocupa. Mesmo sem que eu quisesse.
- Então se me permite uma sugestão...
- Claro que sim.
- Vá atrás dela, se ela aparecer aqui na segunda pela manhã o cargo é dela de volta. Diga isso a ela. E diga-lhe também o que sente.
- Eu não sei se consigo.
- Consegue sim Zac. Todo o homem encontra um dia o lugar onde quer fixar suas raízes, e no seu caso esse lugar é ao lado de Vanessa.
- Obrigado Scott. Pelas oportunidades e pelos conselhos também.
- Espero que sejam uteis.
- Eles serão. Você nem imagina o quanto.
- Agora eu já vou, está tarde e precisamos descansar. Boa noite Zac, eu espero que segunda você volte trazendo ela consigo.
Despedi-me daquele agradável amigo e fui para a casa. Estava decidido. Eu procuraria Vanessa amanhã.
Perguntei ao Seu Nicolau logo pela manhã se Vanessa havia deixado algum novo endereço para caso chegasse correspondência. Mas ele negou. Procurei por algo nas redes sociais, mas ela parecia não entrar nelas a mais de um mês. Não fazia ideia de onde encontra-la. Foi então que em um flash me lembrei de alguém. Austin. Ele deveria saber onde ela estava. Fui até a casa dele.
- Zac? O que está fazendo aqui?
- Oi Austin, eu vim  te pedir um favor...
- Quer saber onde ela está?
- Exatamente.
- Ela está na casa de um tio dela em Salinas. Sozinha.
- Obrigado pela ajuda.
- Espera! E você vai bater em todas as casas de Salinas atrás dela?
- Se for preciso eu vou.
- Pois não será. Eu tenho o endereço.
Ele saiu e quando voltou tinha um pequeno papel na mão. Era o endereço. Agradeci e sai quase correndo até o carro. Passei em casa e peguei algumas coisas. Cheguei em Salinas já estava escurecendo. Eu não conhecia direito a cidade, mas encontrei o endereço facilmente graças ao São GPS.
Sai do carro e por um momento hesitei em bater na porta. Então reuni todas as minhas coragens e bati. A casa era grande, bonita e ao mesmo tempo aconchegante. Ela não demorou a atender.
Assim que me viu ela pulou nos meus braços e enrolou as pernas na minha cintura. Ela estava esperando por mim, assim como ela disse na carta. Naquele momento não precisávamos de palavras, precisávamos apenas um do outro. Após alguns minutos ela soltou-se do meu abraço e me puxou para dentro de casa pela mão.
- Vem, vamos conversar antes de qualquer coisa.
Conversamos sobre tudo, sobre Ashley e Scott, sobre o plano de vingança, sobre o talento dela como jornalista... Mas principalmente falamos de nós, do nosso amor e do quanto gostaríamos de ficar juntos para sempre. Forever.
- Eu te amo Zac Efron! E essa é a única certeza que eu tenho.
- Eu te amo Vanessa Hudgens, e isso é só o que me importa.
Beijei-a intensamente, como se fosse um andarilho no deserto matando sua sede. Eu tinha sede de Vanessa, do amor, do carinho, do gosto do seu beijo e do seu corpo.
Eu sabia que estávamos sozinhos, então lhe retirei a roupa ali mesmo, na sala, o corpo dela parecia mais perfeito a cada vez que a via nua. Por coincidência (ou pelo destino talvez) no radio da sala tocava a musica “Um certo Alguém”, a nossa música.
Nossos corpos pareciam ser ligados por uma força sobrenatural, que nos aproximava e que parecia que ia nos incendiar a qualquer momento, ardíamos no fogo da paixão e do prazer.
Foi naquele exato momento que percebi que ela era minha de verdade, sem mentiras e sem pretextos. Ela era minha, somente minha. E eu era dela, somente dela. E seria assim por toda a eternidade.

FIM

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Olá pessoal!!
Aqui está o último capítulo pra vocês... 
Obrigada pelos comentários meninas!!! Espero vocês na próxima fic okay!?
Com 81% dos votos a próxima fic será Romance Proibido, e vocês já podem ver a sinopse e um trecho da história que promete!!!
Postarei o primeiro capítulo será postado amanhã (21/11)!! Então beijoos e até amanhã na próxima fic!!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Capítulo 18 (Penúltimo capítulo)

- Se dependesse de mim eu ficava assim, abraçado a você para sempre. – falei sem a mínima vontade de soltá-la.
Ela me olhou e sorriu.
- Mas eu tinha pensado em fazer outra coisa além de abraçar... – ela falou piscando para mim.
- Que pouca vergonha! Pensando em safadeza...
- Eu? – ela me empurrou e eu cai sentado no sofá – Claro que sim!
Ela parou na minha frente e abriu o Hobby, ela vestia uma camisola clara, de renda. Na verdade eu vi muito pouco a camisola, em um único movimento ela retirou-a e ficou completamente nua, C-O-M-P-L-E-T-A-M-E-N-T-E.
Vislumbrei-a, ela tinha a pele morena e macia, o corpo era perfeitamente definido e torneado na medida certa. Ela deu alguns passos para frente e abaixou o rosto para beijar-me, eu permanecia sentado no sofá. Ela sentou-se no meu colo, os nossos beijos foram ficando cada vez mais quentes. Deitei-a no sofá e percorri toda a extensão do seu corpo com beijos e mordidinhas leves. A peguei no colo e nos encaminhei ao quarto.
Eu sentia um misto de felicidade, desejo e prazer. Nossos corpos nus se remexiam inicialmente em ritmo lento e controlado, e depois o ritmo foi ficando frenético rápido e quente. Naquele momento não havia cobranças e nem frustrações. Havia apenas dois corpos selando o encontro de duas almas.
Estávamos novamente ali, repetindo a mesma situação. Vanessa estava deitada sobre o meu peito, completamente nu.  Levantei e estendi a mão para ela.
- Vem, vamos tomar banho?
- Oh, que proposta indecente! – ela fez uma voz sarcástica.
- Você está deitada na minha cama completamente nua e ainda acha indecente o meu convite para o banho? Foi isso que eu entendi?
- Exatamente. – ela gargalhou enquanto levantava da cama. – Vamos...
Foi inegavelmente o melhor banho da minha vida. A água escorrendo por entre os nossos corpos, enquanto trocávamos amassos quentes embaixo do chuveiro.
Já eram quase 06h30 da manhã, o horário não me preocupava em nada já que era um sábado. Adormecemos com os cabelos ainda molhados.
Acordei com o sol batendo fortemente em meu rosto, eu havia esquecido a janela aberta. Eu não acredito nisso. Ela não estava mais ali. Vanessa havia ido embora. Eu já deveria saber isso, ela sempre faz isso. Sempre. Já deveriam ser mais de 10h. Encontrei sobre o travesseiro que ela dormiu uma folha de papel. Abri, era de Vanessa.

Querido Zac,
Antes de tudo eu quero te falar duas coisas, a primeira é que eu te amo. Amo, como nunca amei ninguém. A segunda é que eu queria te agradecer, porque você me deu os melhores momentos da minha vida.
Lembre-se disso ao ler essa carta.
Desculpe-me, mas não tive coragem de te falar pessoalmente.
Bem, como você já suspeitava eu realmente te escondi algo. Eu não cheguei até o jornal por méritos próprios, na verdade eu só estou lá por sua causa.
Há alguns meses eu recebi uma proposta um tanto quanto estranha e controversa, mas que me pareceu valer a pena já que me faria crescer profissionalmente. Ashley Tisdale, esse nome te diz alguma coisa? É exatamente quem você está pensando, sua ex-namorada, ou sei lá o que, como você deve saber ela atualmente é casada com o nosso chefe, mas ela ainda é extremamente apaixonada por você e ao que tudo indica parece que você a magoou muito no passado. Durante um evento social que participamos ela cismou comigo, até que então ela me fez a seguinte proposta:
Eu me aproximaria de você, faria você se apaixonar e depois te largaria e então faria você sofrer tudo o que ela passou. Em troca ela me arrumaria um cargo no jornal. Trabalhar em um jornal como esse sempre fora o meu sonho. Eu analisei diversas possibilidades, e ela me falou exatamente o que eu deveria fazer, eu só não poderia imaginar que eu me apaixonaria perdidamente por você.
Eu sei que você não vai conseguir me perdoar. A nossa relação começou baseada em uma mentira e vai acabar agora com a revelação da verdade.
Eu já encaminhei a minha demissão e devolvi o apartamento, vou me mudar da cidade no inicio da semana, se algum dia a gente se esbarrar por ai de novo saiba que em nenhum momento eu quis te magoar, eu só queria uma oportunidade e tenho a perfeita noção da idiotice que fiz. Se eu pudesse eu voltaria no tempo, e faria com que nos conhecêssemos em outro momento, onde pudéssemos ser apenas eu e você.
Eu estou me sentindo um lixo pelo que fiz com você, se um dia puder me perdoar eu vou estar te esperando.
Eu te amo. Mais do que eu imaginei ser possível.
Vanessa Anne Hudgens.

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Olá pessoal!!
Aqui está o penúltimo um capítulo pra vocês... E com o penúltimo capítulo está o grande segredo da Vanessa!!
Obrigada pelos comentários meninas!!! 
Hoje se encerraram as votações e amanhã vocês verão oficialmente qual será a próxima fic e também a sinopse dela!!
Beijoos e até qlqr hora!!!

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Capítulo 17

Os dias se passavam com uma sucessão de tristeza e melancolia. Eu havia emagrecido 9 kg desde que ela parou de falar comigo, há dois meses. Por diversos momentos pensei em pedir demissão e recomeçar em outro lugar, mas eu me orgulhava tanto de tudo que eu havia conquistado que desisti dessa hipótese. E além do mais... Eu queria estar perto dela, por mais que eu não pudesse toca-la, senti-la perto de mim já me aliviava a dor.
Eu há admirava cada dia mais com profissional, e mais a desejava como mulher.
Durante esse tempo fiz uma longa pesquisa sobre ela, encontrei na internet alguns vídeos com reportagens dela para um site de noticias. Ela sempre fora talentosa. Como quem não quer nada conversei com alguns antigos colegas dela, todos falaram maravilhas dela, que era uma ótima colega, uma ótima pessoa... E alguns mais abusados falavam do quanto ela era gostosa, esses eu bloqueei direto.
Não encontrei nada de comprometedor, nada que ela devesse e quisesse esconder.  Ela era simples e totalmente indecifrável para mim.
Sexta-feira dia 10 de outubro de 2014. São 01h da manhã e estou na minha sala, exausto, completamente exausto. Já havia terminado completamente todo o trabalho, mas não tinha a mínima vontade de ir para a casa. Todo o canto daquela casa me lembrava dela, das noites de amor e sexo que passamos ali. Mas realmente eu precisava ir para a casa.
Praticamente me arrastei até o carro. Há alguns dias já não ia mais para o trabalho caminhando.
Assim que cheguei em casa e comi alguma coisa qualquer fui para o banheiro tomei um longo banho. Quase 02h da manhã, foi então que eu ouvi algo.
Três batidas na porta. Era ela. Obvio que era. Mas depois de tanto tempo, poderia ser apenas a minha imaginação fértil.
Novamente as três batidas na porta, era ela. Meu coração parecia que ia pular para fora do peito, ou então parar de vez.
Abri a porta e tive a bela visão de Vanessa vestida de hobby. O mesmo hobby daquela noite.
- Passa a noite comigo? – ela falou coma cabeça baixa.
- Como é? – estava incrédulo – Você me ignora durante dois meses e agora vem aqui e simplesmente me diz isso?
- Eu estou te pedindo.
- Eu não consigo te entender, sinceramente.
- Você vai entender. Logo.
- Do que você está falando?
- Posso entrar? Os vizinhos não precisam saber da gente.
- Vem, entra – sai da porta para que ela passasse.
Ela passou por mim e o seu perfume adentrou no meu olfato.
- Agora me diga, do que você estava falando?
- Zac, por favor, eu vou te explicar absolutamente tudo. Mas amanhã.
- Amanhã? Você não acha que eu já esperei de mais?
- Passa a noite comigo? É só o que eu quero te pedir.
- É tudo o que eu mais quero. Tudo o que eu pensei nesses últimos meses foi em você, em te ter de novo perto de mim – me aproximei dela – Poder te tocar, sentir o teu cheiro.
Cheguei perto dela e a abracei. Ela se aconchegou no meu abraço e eu senti uma lagrima rolar do rosto dela e cair no meu braço.
- Se depender de mim eu passo todas as noites ao teu lado!
- Isso vai mudar a partir de amanhã.
- Eu acho difícil. Eu te amo...
- O que foi que você disse Zac?
- Eu te amo. Eu te amo Vanessa Hudgens.
Ela sorriu e me beijou, as lagrimas insistiam em rolar do rosto dela. E do meu também.

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Olá pessoal!!
Aqui está mais um capítulo pra vocês...
Obrigada pelos comentários meninas!!! E agora estamos na reta final.... Finalmente vcs descobriram o que a Vanessa tanto esconde kkkkkk
Não se esqueçam de votar para decidimos qual será a próxima fic...
As votações se encerrarão no penúltimo capítulo da fic...
O nome e o site da proxima fic, será divulgado oficialmente no último capítulo!!!
Beijoos e até qlqr hora!!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Capítulo 16

A mãe dela conversava comigo animadamente, já o pai... Esse me fitava com um olhar desconfiado. Vanessa entrou na sala e me olhou feio. Mal sabe ela que eu não estava ali porque queria, mas por que a mãe dela havia praticamente me obrigado.
- O Zac tem que ir agora.
- Filha, deixa o moço. – a mãe repreendeu-lhe.
- É sério mãe, ele tem que ir trabalhar. Não é Zac?
Ela serrou os dentes, como quem diz “Confirma logo seu idiota”.
- É verdade, estou atrasado realmente. Foi um prazer conhece-los.
Eles me cumprimentaram e ficaram na sala, Vanessa foi me levar até a porta. Ela abriu a porta e nós saímos, logo em seguida ela fechou a porta atrás de si.
- Precisava entrar? Não, não precisava!
- Desculpa, mas é que a sua mãe praticamente me arrastou.
- O que foi que ela te disse?
- Nada de mais. Mas qual o problema afinal?
- Fala baixo. – ela colocou a mão no meu peito e me empurrou para um pouco mais longe da porta
- A gente está praticamente namorando.
Ela me olhou incrédula. Também estava demorando a digerir o que eu mesmo havia dito.
- Não Zac. A gente não está namorando, nem ficando e nem nada.
- Não é bem assim, que a gente não está namorando, tudo bem. Mas a gente tem alguma coisa.
- Não. A gente não tem nada. Agora vai logo.
Ela virou de costas para mim e saiu caminhando. Virou-se novamente para mim.
- Até depois, na redação.
Fui incapaz de responder. Estava confuso. Sai do prédio e caminhei até a redação.
Mais uma duvida surgiu. O que a mãe dela poderia ter me dito de tão revelador?
Ela chegou à redação no horário correto, juntamente com os outros funcionários. Cumprimentou-me com um cordial “Bom Dia” como se ainda não houvéssemos nos visto. Sorri gentil e forçadamente.
Então ela passou a me ignorar, falava para mim apenas o impreterível. Foi assim durante três longas e intermináveis semanas. Eu dormia mal e me alimentava pior ainda.  Mas fui firme. Não liguei, não procurei, nem mensagens no WhatsApp eu mandei (o que não significa que eu não tenha aberto diversas vezes a conversa com ela só para ver se ela estava online, e quando estava eu sentia uma súbita vontade de lhe falar o que eu sentia. Mas não o fiz). Ao contrario de mim o jornal ia muitíssimo bem.
Era sexta-feira, tradicionalmente um dia corrido e complicado. Escuto três batidinhas na porta.
- Pode entrar Vanessa...
- Como sabia que era eu?
- Pela maneira como você bate na porta, fazia assim na minha casa também.
Ela mudou rapidamente de assunto.
- Trouxe essa ideia de possível matéria especial para você analisar e talvez autorizar.
- Ok.
Ela me entregou os papeis e saiu da sala caminhando lentamente. Caminhando não, D-E-S-F-I-L-A-N-D-O.
Durante a tarde encontrei em meio a alguns papéis o currículo dela. Ela não tinha grande experiência. Tinha muito talento é obvio, mas praticamente experiência alguma com politica e economia, ela havia trabalhado com jornalismo esportivo, cultural. Mas em nenhum dos empregos anteriores havia tido um cargo executivo tão importante como tinha aqui. Estranhei, principalmente pelo fato de que ela foi indicada diretamente pelos nossos superiores.
Tinha alguma coisa que não estava se encaixando. E eu descobriria o que era.

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Olá pessoal!!
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domingo, 16 de novembro de 2014

Capítulo 15

- Como você pode esquecer-se disso? - Não contive um sorriso.
- Não sei, acho que foi em um momento de...  de... pode-se dizer que em um momento de empolgação. Você não acha?
- Eu? Eu não acho nada.
- Bobo.
Mais uma mania que ela estava criando, sempre me chamar de bobo. E eu sou mesmo, por ela. Só por ela.
Fui me aproximando dela, passei a minha mão na sua cintura e puxei pra mim, colando o meu corpo no dela. Ela aproximou-se do meu ouvido.
- Até amanhã Zac Efron.
- Você não vai ficar?
- Não. – ela gargalhou.
- Mas por quê? – não escondi a decepção.
- Porque tenho assuntos a tratar.
- Há essa hora?
- Isso não lhe diz respeito! Agora se me permite, gostaria de ir pra casa.
- Não estou te impedindo.
- Está sim, está me agarrando. – ela gargalhou novamente.
- Ops, é verdade. Foi um ato inconsciente, juro.
- Você não vai me soltar, não é?
- Não tenho a mínima intenção.
Ela me encarava com aquele olhar forte e intenso que somente ela tem. Beijei-a. Com dois passos para o lado chegamos à beira da cama, ela empurrou-me fazendo com que eu caísse sobre a cama.
- Hoje não Zac, hoje não. – ela sorria mordendo o canto da boca.
Ela me atirou um beijo e saiu do quarto andando rapidamente.
- Volta aqui Vanessa! – quase implorei.
Mas foi em vão, ela foi embora. E me deixou ali, naquela “Situação”.
Ela esqueceu a calcinha, ela tinha vindo até aqui para busca-la, talvez ela estivesse precisando. Estava decido, eu iria lá levar. Eu sei que a hipótese de ela estar “precisando” da calcinha era ridícula. Mas eu não ligava, eu estava realmente arrumando uma desculpa para ir até lá.
Decidi deixar para ir no outro dia bem cedo.
Magicamente naquela manhã eu nem precisei de despertador, acordei exatamente na hora. Arrumei-me rapidamente, tranquei a porta do meu apartamento. Respirei fundo e dei três batidinhas na porta, assim como ela fazia sempre. Ela atendeu prontamente.
- Zac, o que está fazendo aqui?
- Vim te devolver isso... – estendi a calcinha na direção dela.
Ela ficou vermelha como um pimentão, pegou a calcinha e tentou esconde-la. Foi quando escutei uma voz que vinha de dentro do apartamento dela.
- Quem está ai filha?
Oh meu Deus! Era o pai dela, e eu ali devolvendo uma calcinha. Acho que nesse momento fui eu que fiquei vermelho como um pimentão.
Surgiram perto da porta dois pares de olhos curiosos. Vanessa era muito parecida com a mãe. O pai dela me encarava desconfiado.
- Esse é o Zac, meu chefe e vizinho.
- Olá Zac, entre para tomar café conosco... – a mãe dela era extremamente simpática.
- Me desculpe, eu não quero incomodar.
- O que você tem na mão Van?
Gelei no momento em que o pai dela falou isso.
- É um lenço que esqueci no trabalho e o Zac trouxe pra mim. Já vou guardar.
Parece que ela mente muito bem. Isso me assustou um pouco.
Enquanto Vanessa se afastava para guardar o “lenço”  a mãe dela me puxou pela mão para dentro do apartamento e insistiu para que tomasse café com eles. O pai dela ainda me olhava feio. E pergunta rondava meus pensamentos. O QUE É QUE ESTOU FAZENDO AQUI?

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Olá pessoal!!
Aqui está mais um capítulo pra vocês...
Obrigada pelos comentários meninas!!! E vocês descobriram qual é o segredo da Vanessa em breve.... kkkkk
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sábado, 15 de novembro de 2014

Capítulo 14

Encostei-a na parede ao lado da mesa sem parar de beijá-la. Percorri toda a extensão do seu corpo com as mãos sobre o vestido enquanto ela emaranhava os dedos nos meus cabelos. Posicionei minhas mãos nas pernas dela e subi levemente erguendo o vestido pouco a pouco. Nossos beijos foram ficando mais quentes e o amasso mais intenso. Foi então que Vanessa se esquivou e me empurrou para longe.
- Para com isso Zac, aqui não! E se chegar alguém?
- Me desculpa, não sei o que deu em mim...
- Seja o que for é melhor você se controlar! Agora vai...
Ela colocou as mãos nas minhas costas e foi me empurrando até a porta. Cheguei a conclusão de que ela estava com mania de fazer aquilo, só pode ser.
- E eu não vou para casa depois do trabalho, não adianta me esperar... – assim que falou ela me mandou um beijo de longe e fechou a porta.
Oi? Como assim? Eu nem perguntei nada... Pretensiosa, Linda, e... Espera um pouco... COMO ASSIM ELA NÃO VAI PRA CASA? Pra onde ela vai então?
O restante do dia transcorreu normalmente, terça era um dia que eu podia ir embora no horário normal ás 19h. Quando saia da minha sala fui atropelado por Austin que caminhava feito um louco com uma pilha de papéis na mão, os papéis se esparramaram por todos os lados.
- Desculpa Zac...
- Tudo bem cara... Eu te ajudo a juntar.
- Obrigado, estou tentando terminar isso logo porque se não a Vanessa e o Josh vão embora do restaurante assim como fizeram na festa outro dia.
- A Vanessa e quem? –curiosidade me dominava.
- Josh, meu companheiro. A gente combinou de ir a uma festa outro dia, eu me atrasei e eles foram embora.
PANPANPAM PARAM PÃPÃPÃÃÃÃÃÃ... Essa informação realmente merecia a música de plantão da Globo.
- Não vá me dizer que você achou que eles tinham alguma coisa?
- Eu? Por quê?
- Pela sua cara de bobo...
Eu me odeio cada vez que deixo transparecer o que sinto pela Vanessa. Ele continuou.
- Olha, a Vanessa é uma pessoa muito legal e por mais que... – ela parou e me encarou.
- Por mais que o que?
- Você também é um cara legal Zac, as coisas vão se acertar. Agora eu tenho que ir, tchau e até amanhã. – ele juntou os papéis e saiu.
Ótimo, mais uma pessoa que foge do assunto. Austin sabe de alguma coisa e ele não vai me contar, ele é amigo dela e jamais faria isso.
Minha curiosidade crescia, assim como o numero de hipóteses que eu formulava na minha cabeça. Cheguei a pensar até mesmo que ela seria casada, hipótese que foi desmentida pelas redes sociais da própria. Nelas havia muitas fotos, da família, dos amigos e obviamente da própria Vanessa. Linda. Como sempre. Não resisti e imprimi uma, a qualidade da imagem não ficou muito boa, mas para mim estava perfeita.
Minha mãe me ligou, e fiquei me perguntando se ela tinha uma bola de cristal, era incrível como ela sabia exatamente o momento em que eu precisava de uma palavra de conforto e carinho.
Três batidas de leve na porta, eram 01h30 da manhã, o que Vanessa queria àquela hora? Sim, eu sabia que era ela.
- OI... – ela passou direto por mim e foi entrando.
- Olá senhorita abusada, claro, pode entrar.
Ela sorriu.
- Vim buscar uma coisa que eu esqueci ontem...
- Esqueceu? Não percebi nada que você tenha deixado.
- Mas eu deixei. Posso buscar?
- Pode claro. Mas a faxineira esteve aqui hoje pela manhã.
Ela caminhou na minha frente em direção ao quarto. Ela deu uma volta dentro do quarto, eu permaneci parado na porta.
- Olha, achei.
Ela abaixou-se perto da cômoda e levantou com uma calcinha de renda vermelha na mão.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Capítulo 13

Eu dormi surpreendentemente bem naquela noite, acho que estava cansado de mais até para ter insônia. Agora já são 06h e estou saindo para trabalhar quando encontro com Vanessa no corredor.
- Bom dia chefinho! – ela sorria com um ar travesso.
- Bom dia Vanessa.
- Saindo tão cedo para trabalhar?
- Eu sou chefe, como você disse, tenho que dar o exemplo. Mas e você, porque vai tão cedo?
- Porque o meu chefe me deu esse exemplo. – ela piscou para mim.
É incrível como ela sempre tem uma resposta pronta, para tudo.
- Posso te pedir uma coisa? – ela ficou séria de repente.
- Claro. – fiquei apreensivo.
- Você poderia, por favor, sair da frente da porta do elevador? É que se eu me atrasar meu chefe vai ficar extremamente zangado - ela soltou uma sonora gargalhada.
- Tenho certeza que seu chefe é muito querido, calmo, simpático, boa pinta...
Ela riu mais alto ainda.
- Acho que ele não é isso tudo ai não...  mas até que ele dá um bom caldo.
Ela colocou a mão no meu peito e me empurrou levemente para trás, liberando a passagem para o elevador. Fez um sinal com a mão me chamando.
- Você não vem? – não me manifestei e ela prosseguiu - Zac, a gente só vai descer de elevador, eu não vou te agarrar.
- Então não vou, perdeu toda a graça...
- Bobo.
Entrei no elevador e parei bem próximo a ela. Enquanto o elevador descia Vanessa me deu um grande susto.
- O que é isso Zac? – ela fazia uma cara apavorada.
- Isso o que?
- Essa marca de marca de mordida no seu pescoço, parece que foi atacado por um vampiro!
- Foi uma CERTA PESSOA que me mordeu, imagina então se você pudesse ver os arranhões que ela deixou nas minhas costas. Mas vale a pena. – desta vez fui eu quem pisquei para ela.
- Se eu fosse você cortava relações com essa pessoa. Ela não pode ser normal. – ela fazia uma cara cínica ao falar de si mesma e em seguida gargalhava.
- Não, não vai ser tão fácil assim ela se livrar de mim. E eu ainda vou descobrir o que ela me esconde.
Ela pareceu ficar receosa e preocupada. O elevador parou, ela sorriu levemente ao sair do elevador. Seu Nicolau não estava na portaria ainda, uma fofoca a menos.
Vanessa saiu caminhando apressada na minha frente.
- Está fugindo de mim Vanessa?
- Não, claro que não. Só quero chegar logo.
Sim, ela estava fugindo de mim. Cada vez mais eu tinha certeza de que ela me escondia alguma coisa. Eu só tinha que descobrir o que era.
Chegamos à redação em pouquíssimos minutos. Não tinha alma viva alguma ali além de nós dois. Fui para a minha sala e ela para a dela. Olhei no relógio de parede. Era muito cedo ainda. Senti uma vontade avassaladora de beijá-la, algo sem explicação, sem sentido. Ora Zac, contenha-se rapaz.
Senti essa vontade crescer dentro de mim, era inexplicável e incontrolável. Olhei para o relógio, eu ainda tinha bastante tempo. Sai da minha sala, olhei para a redação, não havia chegado ninguém. Fui até a sala dela. Quando me aproximei da sala ouvi que ela escutava música, parei e escutei até identificar a música, era  “Tell me baby” do Red Hot Chili Peppers. Além de linda ela tinha um excelente gosto musical. Não sei o que acontece comigo, quando o assunto é Vanessa não consigo conter o impulso. Entrei na sala sem bater, ela estava em pé atrás da mesa.
- William, o que foi? Aconteceu alguma coi...
Não deixei se quer ela terminar de falar. Beijei-a sem motivo algum, mas com toda a vontade que dominava o meu ser.

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Olá pessoal!!
Aqui está mais um capítulo pra vocês...
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Como eu havia dito no capítulo anterior, a fic já está na contagem regressiva para acabar.... E como eu já havia dito também, abri uma enquete com nomes de fic para vocês votarem para decidimos qual será a próxima fic... Votem o quanto quiserem... As votações se encerrarão no penúltimo capítulo da fic... 
O nome e o site da proxima fic, será divulgado oficialmente no último capítulo!!!
OBS: Prometo que postarei a partir de hoje 1 capítulo por dia, como venho fazendo....

Beijoos e até qlqr hora!!!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Capítulo 12

Nossos lábios se tocaram. Senti algo diferente da parte dela, como se ela estivesse mais entregue. Naquele momento ela era minha. Só minha. E nada mais me importava.
Peguei-a pelas costas e pela parte posterior das pernas e a segurei no colo, ela recostou a cabeça no meu peito enquanto eu caminhava em direção ao quarto. Aquela noite tinha uma atmosfera diferente. Iria ser com certeza muito especial.
A soltei lentamente sobre a cama, ela me olhava fixamente com um ar risonho.
- Você está tentando me enlouquecer? – perguntei com o meu corpo sobre o dela.
- Talvez sim... – ela soltou uma gargalhada.
Ela ficava ainda mais linda sorrindo, isso era incontestável. Soltei o laço do Hobby dela e tive uma deliciosa surpresa. Ela não estava de camisola, nem de sutiã. Ela já havia batido na minha casa com aquela intenção. Beijei a barriga dela e subi até os seios mordendo-os, ela arqueou as costas visivelmente excitada e cravou as unhas no meu pescoço. Retirei minha própria camiseta, ela tramou as pernas nas minhas costas me puxou para si e rolou para cima do meu corpo em um único impulso.
Ela permaneceu sentada sobre o meu corpo, retirou o hobby enrolou-o e colocou sobre os meus olhos, como uma venda.
- Porque está fazendo isso?
- É só para deixar a brincadeira mais interessante... – ela falou pertinho do ouvido.
- Ainda mais? – levantei a “venda” e pisquei para ela.
Ela sorriu e indicou para que eu me sentasse mais perto da parte superior da cama puxou a venda para baixo tapando os meus olhos novamente. Beijou o meu pescoço e mordeu a minha orelha. Ela ficou em pé sobre a cama, pegou as minhas mãos e colocou na própria cintura e deslizou-as para baixo, puxando junto sua calcinha, ela tirou-a e jogou em algum canto que eu não consegui identificar no momento qual foi, mas isso era o que menos me importava. Ela abriu os botões da minha calça e foi lentamente se abaixando sobre o meu membro ereto. Eu nunca havia sentido nada como isso. Era um misto de excitação e puro prazer. Nenhuma mulher havia me feito sentir assim, isso era um dom exclusivo de Vanessa. Estávamos novamente ali, suados e ofegantes, nos contorcendo de prazer.
Ela estava deitada sobre o meu peito, eu permanecia de olhos fechados como se estivesse dormindo. Eu realmente estava com muito sono, mas tinha medo de que se eu dormisse ela iria embora. O celular dela tocou, ela levantou e senti o olhar dela para mim, permaneci de olhos fechados.
- Oi... Só um minutinho... – ela começou a caminhar pelo quarto, ao que tudo indica procurando o Hobby - Não, eu não estou na casa dele!
Ele no caso seria eu? Eu não conseguia escutar a pessoa do outro lado da linha.
- Eu não vou estragar tudo, ok – ela praticamente sussurrava ao telefone. - Depois eu falo com você.
Ela desligou o celular e beijou-me os lábios de leve. Ela foi embora.
Eu estava absurdamente confuso. Com quem ela falava? E era de mim que falavam? Eu ainda não tinha resposta para essas perguntas. Ainda. Eu estava decidido a descobrir o que estava acontecendo.

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Olá pessoal!!
Aqui está mais um capítulo pra vocês...
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Estamos já na contagem regressiva para o fim da fic.... E quando eu publicar o próximo capítulo abrirei uma enquete com nomes de fic para vocês votarem para decidimos qual será a próxima fic, isso se vocês quiserem uma próxima... Então comentem se querem ou não uma próxima fic okay!?
Beijoos e até qlqr hora!!!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Capítulo 11

Ela parou na frente da minha mesa e posicionou as mãos em cima dela e foi abaixando o rosto lentamente até parar bem perto ao meu.
- Então me diga Zac... – ela colocou o rosto ainda mais próximo ao meu - O que foi que aconteceu?
Fiquei absolutamente sem palavras, impulsionei-me para frente tentando beijá-la, mas ela se esquivou e ficou novamente ereta na minha frente, com aquele olhar indecifrável. Ela dirigiu-se a porta lentamente e quando passou por ela virou-se novamente para mim.
- Não aconteceu nada Zac, ainda. – ela sorria maliciosamente enquanto fechava a porta.
Fiquei parado, estático olhando para a porta durante vários minutos. Nada? Como assim não havia acontecido nada? E o beijo no apartamento dela? E a noite incrível no meu?
Mas o que atordoava os meus pensamentos era o “ainda”. O que ela quis dizer com isso? E o fortão da festa? E porque ela insistia em não falar e não explicar absolutamente nada?
Acho que vocês puderam reparar o quanto estou extremamente confuso.
Segunda-feira é sempre um dia extremamente corrido e complicado. O jornal era exclusivamente sobre Politica e Economia. Temas não muito fáceis de lidar, mas que a nossa equipe dominava com maestria. O nosso diferencial era a participação feminina, homens e mulheres dividiam as mesmas funções, recebendo inclusive o mesmo salário. Um fato que ainda hoje não é comum, infelizmente. Vanessa era um bom exemplo disso, uma mulher competente e talentosa que merece estar aqui, e merece também reconhecimento pelo maravilhoso trabalho que faz.
A cada dia que passava mais eu a admirava como profissional, a desejava como mulher e não a compreendia como pessoa.
Fechamos a edição às 20h. Mas eu ainda iria revisar absolutamente tudo de novo.  Assim que acabei e encaminhei o jornal para a gráfica peguei o paletó e a minha pasta para ir para a casa. Com uma pontinha de esperança resolvi passar na sala dela para ver se ela novamente aguardava por mim. Mas a sala dela estava fechava.
(Dica do dia: Não crie expectativas, crie um dragão, um rinoceronte, um leão, uma cobra... qualquer um deles vai te ferir menos).
Enquanto passava pela rua caminhando lentamente ouvi um senhor que aparentava ser morador de rua com um violão na mão cantando, parei e escutei um trecho.
“E quando um certo alguém cruzou o teu caminho e te mudou de direção... Chego a ficar sem jeito mas não deixo de seguir, a tua aparição. E quando um certo alguém desperta o sentimento é melhor não resistir e se entregar...”
Era “Um Certo Alguém” do Lulu Santos, o toque de celular de Vanessa no dia que a gente se conheceu. Acho que se fossemos um casal essa deveria ser a nossa música, com toda a certeza. Deixei alguns trocados para o senhor que sorriu me agradecendo e segui o meu caminho embalado mentalmente pela música.
Entrei no elevador já sonolento, estava absurdamente cansado. Abri a porta e entrei, quando me virei para fechá-la fui impedido pela mão de Vanessa segurando a porta.
- Oi... – ela sorria lindamente.
Eu a observei da ponta dos pés até o último fio de cabelo. Ela estava descalça e vestia um hobby preto acima  do joelho.
- Não vai me convidar para entrar? – ela me olhava dentro dos olhos profundamente.
- Olha Vanessa, é tudo o que eu mais quero. Mas eu tenho medo de amanhã você novamente me dizer que não aconteceu nada.
- Você realmente parece ser diferente do que ela disse... – ela deu passo para trás como se estivesse arrependida do que disse.
- Ela quem afinal? Quem foi que te disse isso?
Ela não me disse nada deu dois passos para frente entrando no apartamento e fechou a porta atrás dela e aproximou-se de mim, colocou a mão na minha nuca e puxou os meus lábios para perto dos dela.
- Não faz isso comigo Vanessa...
- Porque não? Eu sei que você quer...
Ela tocou a ponta do nariz dela no meu, ela sabia que eu não resistiria.

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Olá pessoal!!
Como prometido o capítulo aqui está mais um capítulo...
Se preparem porque ai vem um mais um capítulo hot kkkk 
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Beijoos e até qlqr hora 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Capítulo 10

Minha vontade era de entrar naquela pista de dança pegar Vanessa no colo e sair daquele lugar. Além de socar o cara que estava com ela. Minha desistência dessa ideia não foi por falta de vontade, mas pelo motivo de que o cara era muito mais forte que eu. Vanessa me viu, eu sei que ela me viu, mas continuou dançando como se eu realmente não estivesse ali.
Resolvi ficar na festa, não que eu quisesse vigiá-la (mentira eu queria isso sim).
Enquanto a observava encostado em uma parede nem percebi a aproximação de Lily. Não poderia chamá-la de “ex- namorada” ela foi mais um dos meus relacionamentos relâmpagos. Lily veio com aquela conversa de “Por onde você anda?”, “O que tem feito?”. Eu a respondia sem entusiasmo algum. Até que ela me surpreendeu com uma pergunta:
- Quem é a moça ali? – ela apontou para a Vanessa com a cabeça.
Estava tão na cara assim? Resolvi não responder, puxei Lily pela mão até a pista de dança. Eu nunca fui um bom dançarino, mas enganava bem. No momento em que começamos a dançar tocou uma musica lenta e Lily prontamente se pendurou em meu pescoço. Achei que seria interessante me divertir com outra pessoa para pensar menos em vocês sabem quem. Lily era mulher muito bonita, interessante, inteligente... Tinha um único defeito, não era a Vanessa.
Dançamos algumas musicas e eu procurei não olhar para Vanessa, assim que saímos da pista de dança dei uma olhada em volta e a não achei, nem ela e nem o “acompanhante”.  Aquela festa já tinha acabado para mim. Despedi-me de Lily e fui para casa, apesar dos insistentes convites dela de ir para a sua casa.
Durante o trajeto pensei em diversas coisas. Mas a principal delas era “Como eu pude deixar essa mulher dominar a minha vida desse jeito?”. Eu odeio o fato de amá-la. Odeio o fato de não conseguir pensar em outra pessoa. E odeio principalmente o fato de já, em tão pouco tempo, não conseguir imaginar a minha vida sem ela.
Passei quase o domingo todo dormindo, tinha muito sono atrasado para recuperar. Agradeci a Deus por ter dormido tanto, pelo menos dormindo eu não penso bobagem.
Enfim segunda-feira, levantei e fui para o trabalho mais cedo que o de costume. A segunda era sempre o dia mais complicado na redação. Eu me dedicaria exclusivamente ao meu trabalho.
Quando cheguei não havia absolutamente ninguém na redação, dirigi-me até a minha sala e comecei a planejar possíveis assuntos da edição de amanhã. A reunião de pauta seria apenas as 08h tinha bastante tempo ainda. Ouvi duas batidas de leve na porta, de alguma forma sabia que era ela.
- Entra... – tentava demonstrar uma frieza que eu não tinha em relação a ela.
- Oi Zac! – ela sorria.
Não tenho certeza se era o vestido dela que era mais justo e realçava mais o seu corpo ou se era a saudade de tê-la para mim.
- Bom dia Vanessa.
- Você chegou bem cedo hoje... – ela sentou-se na cadeira da minha frente - O expediente ainda nem começou.
- Pois eu lhe digo o mesmo.
Ela sorriu e lentamente foi caminhando em direção a porta.
- Você realmente vem aqui conversa comigo normalmente e vai embora como se nada tivesse acontecido? – eu a olhava fixamente.
Ela parou de frente para a porta e de costas para mim, virou-se e caminhou na minha direção.

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Olá pessoal!!
Como prometido o capítulo aqui está mais um capítulo...
Como eu havia avisado antes, eu hoje comecei a trabalhar e principalmente está primeira semana, eu to tentando me adaptar e pode ocorrer de eu não postar os capítulos todos os dias... mas sempre que possível venho aqui pra postar os capítulos okay!?
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Beijoos e até qlqr hora 

sábado, 8 de novembro de 2014

Capítulo 9

Fui até a portaria como quem não quer nada e perguntei ao Seu Nicolau se ele havia visto a “Nova vizinha” era estranho me referir a Vanessa daquela maneira, mas o que eu menos queria naquele momento eram fofocas sobre nós. Mas fui extremamente surpreendido pela resposta.
- Depois de sair do seu apartamento hoje bem cedo ela passou aqui e disse que ficaria o final de semana na casa dos pais, caso alguém perguntasse por ela. – ele me olhava com cara de quem ia soltar uma gargalhada a qualquer momento.
Fiquei extremamente envergonhado com aquela situação, me despedi do Senhor Eu Sei de Tudo e subi feito uma flecha para casa.
O final de semana seria absolutamente tedioso. Cheguei até mesmo a cogitar a hipótese de ir para Arroy Grande e visitar a minha família, pois ainda era sábado de manhã, mas estava com pouca disposição. Fiquei o dia todo sentado na varanda esperando que houvesse algum tipo de movimentação no apartamento de Vanessa.
Eram 20h de um sábado à noite e eu estava em casa, realmente havia algo de errado comigo. Meu celular tocou, sai correndo feito um doido procurando de onde vinha o som. Quando finalmente o encontrei fiquei decepcionado, não era ela, era Scott.
- Fala Scott...
- Zac, cadê você cara? Esqueceu da festa na casa do Christopher?
- Não esqueci não, só não estou com vontade de sair hoje...
- Você está se sentindo bem?
- Estou só não quero sair.
- Galera escuta isso, Zac não está com vontade de sair!
Escutei risos ao fundo, revirei os olhos. Scott realmente sabia ser impertinente.
- Fala sério cara. Até a novata está aqui.
- Você se refere à Vanessa?
- A ela mesma.
- Quem sabe eu passe ai.
- Está interessado na novata, Zac? Foi isso que eu entendi?
- Não, não é isso. Mas afinal você quer que eu vá ou não?
- Ok cara. Vou fingir que acredito. Até mais.
- Até.
Scott era meu amigo desde a faculdade, sempre fora um amigão. Um chato, mas um amigão.
Vesti-me o mais rápido que pude, fui direto para a garagem e percebi que havia esquecido a chave do carro, voltei e busquei a chave e quando olhei para a mesa eu vi o meu celular. Cheguei à conclusão de que eu só não havia esquecido a cabeça porque nasceu grudada com o pescoço.
Cheguei à festa, estava lotada, sempre gostei de movimento de ver gente, mas naquele momento à única pessoa que eu gostaria de ver na minha frente era ela, Vanessa.
Vanessa, Vanessa e Vanessa. Ela dominava absolutamente todos os meus pensamentos.
Assim que entrei pela porta e cumprimentei Christopher já vi Scott se aproximando.
- Ai sim, esse é o Zac que eu conheço.
- Boa noite para você também Scott.
- Mas você chegou tarde, acho que perdeu a gatinha...
- Do que você está falando?
- Olha ali...
Scott fez sinal com a cabeça para que eu olhasse para a pista. Vanessa estava lá, linda, absolutamente linda. Ela dançava lindamente, acompanhada. A-C-O-M-P-A-N-H-A-D-A.

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Olá pessoal!!
Como prometido o capítulo aqui está mais um capítulo...
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Beijoos

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Capítulo 8

Quando chegamos ao meu quarto eu encostei as costas dela na parede e ela soltou as pernas que estavam entrelaçadas no meu corpo. Ela colocou as mãos na barra da minha camiseta e a tirou-a. As mãos dela estavam quentes e arranhavam as minhas costas, aquilo deixaria marcas por um bom tempo, mas eu não me importava nem um pouco.
Suspendi ela no ar segurando-a em seu quadril e a larguei na cama lentamente deitando-me sobre ela sem parar de beijá-la por motivo algum. Passei a mão na cintura dela e subi até os seios, ela ergueu as costas para que eu pudesse tirar-lhe o sutiã. Desci pelo pescoço dela dando-lhe beijos e mordidinhas de leve até que cheguei aos seios dela. Ela era maravilhosa, perfeita.
Olhei fundo nos olhos dela, ela ainda era pra mim um mistério, a única certeza que eu tinha naquele momento é que eu a desejava, por completo.
Peguei a calcinha dela pela alça e a escorreguei até os pés de Vanessa. Olhei fundo nos olhos dela, esperando que ela de alguma forma me dissesse que estava pronta, ela passou as mãos pelos meus cabelos, entendi aquilo como um sim e a penetrei, era como se fosse ali saciada uma sede que estava me matando. Nossos corpos se remexiam de forma sincronizada, parecia até mesmo que havia sido ensaiado.
A noite continuou intensa, fizemos amor mais duas vezes. Eu nunca havia sido um homem romântico, até conhecer Vanessa. Eu nunca havia cogitado a hipótese de ter algum relacionamento sério e duradouro, até conhecê-la.
Fiquei horas observando ela dormir completamente nua recostada no meu peito. Adormeci com aquela visão divina. Estava exausto, mas completamente feliz.
Acordei pouco antes das 8h00, Vanessa já não estava mais deitada comigo na cama. Levantei e olhei no banheiro, na sala, na varanda e nada dela, nem sinal. Peguei o celular e vi uma mensagem. Era dela.
"Bom dia."
Sério, só isso? Ainda assim respondi.
"Bom dia, onde você está? Porque foi embora tão cedo?"
Por um momento fiquei na dúvida sobre quem era esse Zac... Uma coisas era certa, não era o mesmo de alguns dias atrás.
Vanessa sumiu, simplesmente desapareceu o final de semana todo. Não respondeu minhas mensagens nem pelo celular e nem pelas redes sociais. O jeito era esperar a segunda-feira.

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Olá pessoal!!
Como prometido o capítulo hot está aqui.... Apesar de ser curto...
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Beijoos

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Capítulo 7

Vanessa usava um vestido claro solto e bem curto, estava incrivelmente linda. Estava difícil de escolher o sabor da pizza, o que eu gostava ela detestava e vice versa. Então decidimos pedir ½ grega e ½ margherita. Conversamos sobre diversos assuntos, principalmente envolvendo o trabalho. O celular dela fez um barulho como um toque de notificação, ela olhou para a tela do aparelho por alguns segundos.
- Você ainda não me adicionou nas redes sociais... – ela me falou sorrindo levemente.
- Você também não...
Ela me olhou e soltou um suspiro. Mexeu novamente no celular por alguns instantes.
- Pronto.
Ela me olhava sorrindo, Oh meu Deus como ela fica linda sorrindo.
- Você já pode parar de ficar me olhando e aceitar...
Esse foi um daqueles momentos em que você fica procurando uma picareta para fazer um buraco no chão e se enfiar. Peguei o celular e a aceitei, apenas sorrindo sem pronunciar uma única palavra.
- Porque você me olha desse jeito? – ela me encarava séria.
Senti um arrepio me subindo no corpo.
- É impressão sua... – tentei disfarçar.
- Não, não é. Eu sei.
A campainha tocou, era a pizza. Salvo pelo gongo.
Sentamos a mesa e tentei ao máximo que pude evitar aquele assunto novamente, parece que funcionou. A pizza estava ótima, mas a companhia dela estava melhor ainda. Quando acabamos de comer ela insistiu em me ajudar a lavar a louça. Ela riu horrores do quanto sou desajeitado na cozinha.
Fomos para a sala com um pote de sorvete, ela parecia incrivelmente a vontade ao contrario de mim. Ela me fez diversas perguntas sobre mim, sobre a faculdade, sobre a minha família, sobre como fui trabalhar no jornal. Até que ela chegou novamente ao ponto crucial.
- Você não respondeu a minha pergunta...
- Qual pergunta? – eu sabia perfeitamente do que ela falava.
- Não se faça de tonto, o que eu sei que você não é.
- Eu ainda acho que é impressão sua. Ou talvez pretensão... – olhei para ela sorrindo, mas com um pouco de medo da possível interpretação dela.
Ela me olhou profundamente e levantou-se do sofá, por um momento tive medo de que ela fosse embora brava com a minha resposta, mas não. Ela se pôs de pé na minha frente, colocou os braços para trás e foi lentamente abrindo o zíper do vestido. Eu acompanhava a cena incrédulo com o que estava acontecendo, realmente era impossível tentar entende-la.
Ela colocou as mãos no ombro e deslizou o vestido pelo corpo fazendo-o cair até os seus pés, vislumbrei o corpo dela, era a perfeição em forma de mulher, ela usava um lingerie vermelha de renda. Eu não conseguia raciocinar direito, ela só podia estar querendo me deixar louco. E ela estava conseguindo, com toda a certeza.
Eu continuava sentado no sofá imóvel. Ela chegou ainda mais, colocou os joelhos ao lado das minhas pernas e sentou no meu colo,  aproximou-se da minha orelha e sussurrou:
- Você é sempre lento assim?
- Não... Realmente não, mas eu já desisti de tentar entender o que eu sinto quando estou perto de você.
Ela mordeu minha orelha e beijou o meu pescoço enquanto eu deslizava as minhas mãos pelas costas dela, levantei-me com ela agarrada ao meu corpo e nos dirigimos ao meu quarto.

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Olá pessoal!!
Mais um capítulo para vcs!!! E já adianto q o próximo capítulo vai ser hot kkkkkk 

Obrigada pelos comentários meninas!!! 
E Liriane não foi nada suas fic são incriveis!! Sou apaixonada por cada uma delas!!!
Para conferir a nossa página de divulgação das fic, clique aqui.
Beijoos

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Capítulo 6

Os dias foram se tornando cada vez mais desgastantes, eu que sempre dormi tão bem passei a ter insônia, a qual eu aplicava um pouco da culpa em Vanessa e a grande maioria em mim, por deixá-la entrar na minha mente de cinco em cinco minutos. Ela falava comigo somente o impreterível, e preferi também não puxar assunto, pois talvez com ela mais distante fosse mais fácil de esquecê-la. Nossa, falando assim parece que nos vivemos uma grande história de amor... Bem que eu gostaria, mas não era isso que estava acontecendo.
Ok, eu posso até ter sido um pouco grosso com ela aquela dia em minha sala, mas não havia motivos para ela ter ficado chateada. Tudo o que eu disse é que aquilo não era trabalho dela. Será que ela ficou brava comigo porque sabe que a minha reação foi por ciúmes?
“Acalme-se Zac, você não tem ciúmes dela, não pode ter. Vocês não tem nada um com o outro!” - repeti essa mesma frase diversas vezes para mim mesmo, quem sabe assim eu entendesse.
Enfim sexta-feira, nosso jornal é publicado duas vezes por semana, uma edição que ia as bancas na terça e outra aos sábados. Então sempre as segundas e sextas à noite eu sempre ficava até muito mais tarde, conferindo layout e revisando tudo. Já deveria passar das 24h quando fui surpreendido por alguém batendo na minha porta.
- Pode entrar.
Quando a porta abriu levei um susto. Era ela.
- Quando terminar passa na minha sala, assim a gente vai junto para a casa. – falou sorrindo.
Ela nem chegou a entrar na sala, simplesmente ficou parada na porta. Falou e foi embora.
Fiquei completamente sem reação, estava mais confuso do que o de costume. Qual era o objetivo dela com isso? Enlouquecer-me? Se fosse isso ela estava conseguindo. Afinal, ela havia ficado na redação até àquelas horas só para ir embora comigo? Depois de me ignorar a semana toda? Respirei fundo e tentei retomar o trabalho, confesso que com um pouco mais de pressa.
Terminei. Enviei os arquivos peguei o paletó e sai em direção à sala dela. Ela mexia no computador; estava com os cabelos presos, um vestido azul marinho justo, mas não muito curto, pois afinal ela estava trabalhando. Em poucas palavras: Ela estava lindíssima.
- Que ótimo que terminou, já podemos ir? – perguntou levantando da cadeira toda sorridente.
- Podemos.
Desta vez pelo menos me lembrei de sair da porta para deixa-la passar. Ela saiu inicialmente caminhando na minha frente o que eu gostava muito, diga-se de passagem, mas em pouco tempo ela parou e esperou-me chegar ao lado dela.
No caminho resolvi ariscar esclarecer uma das questões que estavam a me torturar.
- Você e o Austin... Vocês tem alguma coisa?
 Ela me olhou incrédula e soltou uma sonora gargalhada.
- Eu e o Austin? HAHAHAHAHA Zac o Austin é gay...
Eu ri também, não sei se pela situação ou por vergonha.
- Que ótimo... – meu Deus porque eu disse isso!
- Ótimo? – ela riu novamente.
Preferi falar mais nada para não complicar mais a minha situação e o meu constrangimento. Chegamos ao prédio em silencio.
- Boa noite Zac. – ela disse já colocando a chave na fechadura.
- Você quer tomar um café? – eu já esperava um não como resposta.
- Tudo bem, só irei tomar um banho e comer alguma coisa porque estou com muita fome e já vou.
Espera, ela disse que sim? Foi isso que entendi?
- Estou com fome também, podíamos pedir uma pizza...
-I sso seria ótimo. 15 minutos e eu já vou para a gente escolher a pizza.
- Tudo bem, estarei te esperando.
Ela sorriu e entrou apartamento. Foi ai que me dei conta. Meu apartamento está uma verdadeira B-A-G-U-N-Ç-A! Entrei correndo juntando as coisas que estavam no chão e levei tudo para o quarto de hospedes, ninguém entrava lá mesmo. Lavei toda a louça suja que estava na pia, varri a casa limpei a mesa... Enfim, para um cara que nunca pega em uma vassoura me sai bem. Eu acho.
Enquanto eu estava trocando de roupa escutei a campainha e sai correndo ainda vestindo a camisa. Abri a porta e a vi, ela estava absolutamente divina.
E eu ainda nem sabia as emoções que essa noite ainda me traria...

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Olá pessoal!!
Mais um capítulo para vcs!!!
Obrigada pelos comentários meninas!!!
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Beijoos

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Capítulo 5

Nossas línguas se mexiam deliciosamente dentro da boca, foi então que me senti na liberdade de tocá-la, comecei a acariciar-lhe as costas, eventualmente subindo até a nuca e segurando os seus cabelos. Foi quando repentinamente ela deu praticamente um pulo de cima de mim, ficou séria, parada em pé e imóvel. Estendeu a mão para me ajudar a levantar, levantei e não tive tempo de falar nada.
- É melhor você ir...
- Mas... – ela me interrompeu novamente.
- Agora Zac!
Ela colocou as mãos nas minhas costas e foi me empurrando até a saída.
- Tenha uma boa noite. – assim que terminou a frase ela bateu a porta.
Tenha uma boa noite? Sério que ela me disse apenas isso? Estava difícil de tentar entende-la. Em um momento ela era gélida fria e séria, em outro era doce bem humorada e gentil e do nada se tornava uma mulher sexy e provocante. Ai então voltou à primeira fase.
Eu tentei dormir. E tendei de novo, e de novo, de novo... Mas nada. Meus pensamentos estavam todos no apartamento ao lado, eu queria entrar lá agarrá-la arrancar toda aquela roupa. Esse tipo de pensamento não estava ajudando com a minha situação.
Acho que aquela foi à noite mais longa de toda a minha vida. Eu estava sentado na cama com o relógio despertador na mão, assim que ele despertou o desliguei de imediato. Até que enfim, agora eu já poderia levantar e ir trabalhar.
Durante a madrugada em claro decidi que não mais deixaria os pensamentos sobre Vanessa me influenciar no trabalho. Meu trabalho era minha vida, e se cheguei onde estou hoje foi com muito empenho. Pena que não pensar nela se tornou uma tarefa impossível, quando cheguei à redação ela já estava lá. Passei por todos cumprimentando-os com o tradicional bom dia. Torci mentalmente para não estar aparentando todo o cansaço que sentia.
Dirigi-me até minha sala e fui seguido por ela, meu coração batia mais rápido que bateria de escola de samba. Assim que entrei na sala ela deu uma batida de leve na porta, concordei com a cabeça afirmando para ela entrar.
- Olá Zac. Austin me pediu para te trazer esses papéis.
- Isso não é o seu trabalho, você é chefe dele e dos outros. – me arrependi imediatamente da minha resposta.
Ela soltou os papéis com força sobre a minha mesa e saiu da minha sala batendo a porta. E o título de idiota do ano vai para... ZAC EFRON!
O restante do dia foi tenso, ela nem olhava para mim. A tarde foi marcada por uma reunião com a equipe de internet do jornal.
Não sai da redação muito mais tarde do que o final do expediente. Um fato a ser comemorado. Mas na hora em que fui sair passei rapidamente pelo corredor da sala dela e constatei que ela já havia ido para a casa, e decidi que já estava na hora de ir também.
Chegando em casa, a primeira coisa que fiz foi ir até a varanda, abri uma fresta pequena na porta. Gostaria de vê-la... mas ela não estava lá, e nem apareceu nas horas que se sucederam.

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Olá pessoal!!
Mais um capítulo novinho para vcs!!!
Queria agradecer a fofa da Anne Goes pela divulgação e indico para quem ainda não começou a ler a fic dela Amor por Contrato comecem a ler, vocês vão se apaixonar, garanto!!
Obrigada pelos comentários meninas!!!
Para conferir a nossa página de divulgação das fic, clique aqui.
Pessoal, semana que vem começo a trabalhar, pode ocorrer q eu demore um poquinho pra postar os capítulo okay!? Mas o fazer o impossível pra que vocês não fiquem sem novos capítulos....
Beijoos

domingo, 2 de novembro de 2014

Capítulo 4

Passamos pela portaria, Vanessa cumprimentou Seu Nicolau e entrou no elevador, eu fiz o mesmo. Eu gostaria de entender o poder que ela estava exercendo sobre mim. Ela me encarava de um jeito muito sério, sempre que nossos olhares se encontravam ela desviava prontamente. Senti como se o elevador subisse a passos de tartaruga. Assim que o elevador parou e ela saiu o telefone dela tocou, a música de toque foi o que me chamou a atenção. Era “Toda forma de Amor” do Lulu Santos, achei curioso, e quando dei por mim já estava cantarolando.
- “Consideramos justas toda a forma de amooor.” - Oh Deus porque eu estou cantando? Que vergonha.
Ela soltou uma gargalhada. Por um momento fiquei sem saber se ela estava rindo da situação ou do fato de eu cantar mal pra caramba.
- Me desculpe... – ela falou um pouco sem graça, mas ainda sorrindo.
- Tudo bem, eu nunca cantei bem mesmo! – falei fazendo graça.
- Quer TOMAR um café?
ISSOOOOOOOOO. Senti-me como aquele zagueiro que faz gol de barriga sem querer e salva o time nos 45 do segundo tempo!
- Claro que sim! – falei abrindo um grande sorriso.
- Só não repara na bagunça, é que me mudei hoje e ainda não tive tempo de arrumar. – ela falou enquanto já abria a porta.
Mesmo com todas as caixas o apartamento dela ainda parecia mais arrumado que o meu. Grande parte das coisas já estava arrumada.
- Como você conseguiu organizar tudo tão rápido? – falei me virando para ela que estava na cozinha, separada apenas por uma bancada da sala.
- Não fui eu, foi a minha mãe. Ela deve ter passado o dia todo aqui.
Ela me estendeu uma xícara com café. E me convidou para sentar na varanda.
- Você é diferente...
- Eu? Diferente? De que? – ela me assustou.
- Do que me falaram...
- E o que foi que te falaram? –aquilo me deixou extremamente curioso.
- Diversas coisas. – ela me falou com um olhar de quem não ia responder o que eu queria.
- Você não vai me dizer o que eu quero saber, não é?
- Não mesmo. – ela falou soltando uma gargalhada.
Ela bocejou, pude perceber todo o cansaço na sua expressão. E cheguei à conclusão de que eu já havia conseguido evoluir o suficiente para aquele dia. Foi um dia muito “intenso”.
- Vou te deixar descansar. – falei já me levantando da cadeira.
- Tenho que admitir, estou realmente cansada.
Quando passávamos pela sala, esbarrei em uma caixa e cai de costas no chão, ela ao tentar me segurar acabou caindo também, por cima de mim. Senti o meu corpo pegar fogo. Ela me olhava profundamente dentro dos olhos, com um olhar indecifrável. Ela abaixou a cabeça e começou a beijar o meu pescoço. Fiquei completamente sem reação, não esperava essa reação dela, NUNCA. Ela subiu pelo meu pescoço e me deu uma leva mordidinha no queixo. Eu estava extremamente excitado, e sei que ela percebeu isso. Ela ergueu a cabeça e encarou-me. Senti o meu coração quase parar dentro do peito quando as nossas bocas se encontraram.

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Olá pessoal!!
Mais um capítulopara vcs!!!
Para descobrir o que vai acontecer daqui pra frente, eu diminui a cota de comentários minimos, o que antes eram 2 agora é 1 comentário, já que nã acho justo deixa quem comenta esperando... Okay!? Então para o próximo capitulo 1 comentário (no mínimo)....
Beijoos